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Os valores nutricionais dessa pequena
semente dourada, que cresce na China, nos EUA, no Canadá, na Europa e agora
no Brasil, já são bem conhecidos. Rica em proteinas, fibras, vitaminas e
minerais, ela está incorporada à massa de vários pães e
biscoitos.
A novidade agora são os estudos que indicam a linhaça como a
principal fonte de ácidos graxos do tipo ômega 3, que combatem as obstruções
nas artérias, causadoras de doenças cardíacas. Até hoje, as fontes mais
conhecidas de ômega 3 eram os peixes de águas profundas.
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Pesquisas já
comprovaram que o óleo de linhaça tem 60% de ômega 3, enquanto o óleo de
salmão tem 30%. “Os ômega ajudam na construção de moléculas de
hemoglobina, que carregam o oxigênio pelo sangue, e exercem uma ação
antioxidante e de renovação celular”.
Ácidos graxos essenciais, como os
ômega,
estimulam a produção de prostaglandinas, compostos que melhoram a circulação
sanguínea e removem o excesso de sódio dos rins, diminuindo a retenção de
líquidos, inclusive durante o período pré-menstrual”.
Mas não é só
isso. Segundo estudos realizados pela professora canadense de Ciências
e Nutrição Lilian Thompson, a semente de linhaça
ajuda na prevenção do câncer de mama por neutralizar a ação do estrógeno
sobre essa glândula. “Além de ser fonte de ômega, a semente tem componentes
ricos em fitoesteróides(as lignanas), substâncias que imitam a ação do
estrógeno”. No entanto, os hormonios naturais de origem vegetal são bem mais fracos e
praticamente não têm efeito negativo sobre as células do tecido mamário.
Eles conseguem enganar os receptores do estrógeno, bloqueando sua ação.
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